Casa‑navio na areia, onde o vento escreve histórias, o tempo descasca as cores, mas nunca apaga memórias.
O mar sussurra segredos, a brisa embala o lugar, e cada tábua cansada parece ainda navegar.
Entre nuvens e calmaria, o dia nasce devagar… Bom dia, diz a paisagem, num convite para sonhar.
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