No silêncio dourado das nuvens em brasa,
ergue‑se o dragão guardião do impossível.
Seus olhos, dois faróis de tempestade,
rasgam o véu entre o real e o mítico.
As escamas cintilam como amanhecer em fogo,
cada cor um segredo antigo,
cada curva um eco de mundos esquecidos.
Ele não ruge ele canta.
Canta a força, a coragem, o renascer.
E em seu voo, o céu se curva,
como quem reverencia o eterno.
Texto: Ezzenza Digital - Todos os Direitos Reservados®






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