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No silêncio roxo da tarde,
uma guitarra desperta o ar.
Cada corda é um fio de saudade,
cada som, um sonho a vibrar.
O metal reflete o infinito,
onde o som se faz oração.
Entre ecos e batimentos,
mora o pulso da criação.
Não há fronteira entre o toque e o sentir,
entre o som e o olhar que se perde.
A música é o espelho do existir,
e o roxo o tom que nunca se esquece.
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