Entre o silêncio e o som, nasce a essência, cordas vibram como pulsares da consciência. O verde da madeira reflete o tempo, onde o som é memória e o toque é vento. Na curva do corpo, mora o infinito, cada acorde é um segredo bonito. E quando o eco se perde no ar, a alma da música começa a falar.
Entre o silêncio e o som, nasce a essência,
cordas vibram como pulsares da consciência.
O verde da madeira reflete o tempo,
onde o som é memória e o toque é vento.
Na curva do corpo, mora o infinito,
cada acorde é um segredo bonito.
E quando o eco se perde no ar,
a alma da música começa a falar.
Texto: Essenza Digital - Todos os Direitos Reservados
Entre o silêncio e o som, nasce a essência, cordas vibram como pulsares da consciência. O verde da madeira reflete o tempo, onde o som é memória e o toque é vento. Na curva do corpo, mora o infinito, cada acorde é um segredo bonito. E quando o eco se perde no ar, a alma da música começa a falar.
Entre o silêncio e o som, nasce a essência, cordas vibram como pulsares da consciência. O verde da madeira reflete o tempo, onde o som é memória e o toque é vento. Na curva do corpo, mora o infinito, cada acorde é um segredo bonito. E quando o eco se perde no ar, a alma da música começa a falar.
Comentários